sexta-feira, 24 de julho de 2015

BRICS


O BRICS é um agrupamento econômico atualmente composto por cinco países: Brasil, Rússia,Índia, China e África do Sul. Não se trata de um bloco econômico ou uma instituição internacional, mas de um mecanismo internacional na forma de um agrupamento informal, ou seja, não registrado burocraticamente com estatuto e carta de princípios.

Em 2001, o economista Jim O’Neil formulou a expressão BRICs (com “s” minúsculo no final para designar o plural de BRIC), utilizando as iniciais dos quatro países considerados emergentes, que possuíam potencial econômico para superar as grandes potências mundiais em um período de, no máximo, cinquenta anos.
O que era, no início, apenas uma classificação utilizada por economistas e cientistas políticos para designar um grupo de países com características econômicas em comum, passou, a partir de 2006, a ser um mecanismo internacional. Isso porque Brasil, Rússia, Índia e China decidiram dar um caráter diplomático a essa expressão na 61º Assembleia Geral das Nações Unidas, o que propiciou a realização de ações econômicas coletivas por parte desses países, bem como uma maior comunicação entre eles.
A partir do ano de 2011, a África do Sul também foi oficialmente incorporada ao BRIC, que passou então a se chamar BRICS, com o “S” maiúsculo no final para designar o ingresso do novo membro (o “S” vem do nome do país em Inglês: South Africa).

Atualmente, os BRICS são detentores de mais de 21% do PIB mundial, formando o grupo de países que mais crescem no planeta. Além disso, representam 42% da população mundial, 45% da força de trabalho e o maior poder de consumo do mundo. Destacam-se também pela abundância de suas riquezas nacionais e as condições favoráveis que atualmente apresentam para explorá-las.

BRICS desafiam a ordem econômica internacional


Durante a V Cúpula do BRICS, em 27 de Março de 2013, os países do eixo decidiram pela criação de um Banco Internacional do grupo, o que desagradou profundamente os Estados Unidos e a Inglaterra, países responsáveis pelo FMI e Banco Mundial, respectivamente. A decisão sobre o banco do BRICS ainda não foi oficializada, mas deve se concretizar nos próximos anos. A ideia é fomentar e garantir o desenvolvimento da economia dos países-membros do BRICS e de demais nações subdesenvolvidas ou em desenvolvimento.
Outra medida que também não agradou aos EUA e Reino Unido foi a criação de um contingente de reserva no valor de 100 bilhões de dólares. Tal medida foi tomada com o objetivo de garantir a estabilidade econômica dos 5 países que fazem parte do grupo.
Com essas decisões, é possível perceber a importância econômica e política desse grupo, assim como também é possível vislumbrar a emergência de uma rivalidade entre o BRICS, os EUA e a União Europeia.

Imagens




Fontes


-https://pt.wikipedia.org/wiki/BRICS
-http://www.itamaraty.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3672&catid=159&Itemid=436&lang=pt-BR
-http://www.suapesquisa.com/pesquisa/bric.htm

Países Lusófonos

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é uma organização internacional formada por países lusófonos, cujo objetivo é o "aprofundamento da amizade mútua e da cooperação entre os seus membros". A sua sede fica em Lisboa, Portugal, e o seu atual Secretário Executivo é Murade Isaac Murargy, de Moçambique, sendo que é Georgina Benrós de Mello, natural de Cabo Verde, quem atualmente ocupa o cargo de Diretor Geral. A organização promove a data de 5 de Maio como Dia da Língua Portuguesa e da Cultura, celebrado em todo o espaço lusófono, e os Jogos da CPLP, evento desportivo que reúne todos os membros da organização.

História

A CPLP foi criada em 17 de Julho de 1996 por AngolaBrasilCabo VerdeGuiné-BissauMoçambiquePortugal e São Tomé e Príncipe. No ano de 2002, após conquistar independência, Timor Leste foi acolhido como país integrante. Na atualidade, são nove os países integrantes da CPLP.

Apesar da iniciativa, a CPLP é uma organização recente que pretende pôr em prática os objetivos de integração dos territórios lusófonos. Em 2005, numa reunião em Luanda, Angola, a CPLP decidiu que no dia 5 de Maio seria comemorado o Dia da Cultura Lusófona pelo mundo.

No decorrer da VI Conferência de Chefes de Estado e de Governo realizada em Bissau em Julho de 2006, foram admitidos dois observadores associados: a Guiné Equatorial e as Maurícias. Na Cimeira de Lisboa, que teve lugar no dia 25 de Julho de 2008, foi a vez da formalização da admissão do Senegal como observador associado.

Em 2014, na X Cimeira da CPLP em Díli, Timor Leste, a Guiné Equatorial, através de um consenso, tornou-se num membro de pleno direito da CPLP.

Membros




Fontes

-https://pt.wikipedia.org/wiki/Lusofonia

-http://www.portugues.com.br/gramatica/mundo-lusofono.html




quarta-feira, 22 de julho de 2015

Zona do Euro e Crise da Grécia: Notícia

      A Grécia enfrenta "uma queda de braço" com os credores de sua dívida (União Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu). O impasse tem gerado o temor de que o país deixe a zona do euro e até mesmo o bloco da União Europeia.

      Na última década, a Grécia gastou bem mais do que podia e pediu empréstimos volumosos para financiar suas despesas. O resultado é que o país ficou refém da crescente dívida. Nesse período, os gastos públicos dispararam, com os salários do funcionalismo praticamente dobrando. A arrecadação do governo não acompanhou o ritmo, com evasão de impostos.

          

      Atualmente, a dívida grega supera, em muito, o limite de 60% do PIB estabelecido pelo pacto assinado pelo país para fazer parte do euro. Atualmente, a Grécia deve um total de € 271 bilhões, segundo a BBC. A origem da atual crise se deu há dez anos, quando foi revelado por autoridades da Europa que o país havia maquiado suas contas ao longo de vários anos para conseguir entrar na zona do euro.


      ZONA DO EURO



           

      Em 1998, onze Estados-membros da União Europeia estabeleceram um conjunto de critérios de convergência para a adoção do euro, tendo sido oficialmente criada a Zona Euro, a 1 de Janeiro de 1999 com a introdução da moeda. Naquela data, as notas e peças metálicas começaram a ser fabricadas em 11 países (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos e Portugal). A nova moeda passou a circular desde 1 de Janeiro de 2002.

          

      A Grécia ingressou na Zona Euro a 1 de janeiro de 2001; a Eslovenia, a 1 de janeiro de 2007; Chipre e Malta, a 1 de janeiro de 2008; a Eslováquia, a 1 de janeiro de 2009; a Estónia a 1 de janeiro de 2011, a Letónia em 1 de janeiro de 2014, e a Lituánia em 1 de janeiro de 2015. Atualmente, dos 28 Estados-membros da União Europeia, 19 adotam o euro como a moeda oficial. A população total da Zona Euro supera os 323 milhões de habitantes.


      Fonte

-g1.globo.com
         


      
          

Países Subdesenvolvidos


      O conceito de subdesenvolvimento foi divulgado durante a década de 1960, graças aos meios de comunicação em massa que citavam como problema a fome no terceiro mundo, as guerras, as ditaduras, etc. Nesta época o subdesenvolvimento era compreendido como uma consequência do baixo consumo.

      A seguir, uma relação de características (que usualmente são explicações e desculpas do porquê de um país estar subdesenvolvido) de tais países: Em primeiro lugar, seus habitantes apenas dispõem do necessário. O conceito de necessário se amplia na sociedade capitalista de consumo de massas. É a velha teoria que vincula o desenvolvimento e o consumo com o crescimento econômico. É um conceito relativo que se amplia com o desenvolvimento econômico.
            
      Outra característica é a sub-produção do tipo capitalista. Os recursos não são aproveitados. Segundo esta afirmação, só é possível produzir em fábricas da forma capitalista, consumindo os recursos de maneira predadora. Mas o conceito de recurso é algo que muda com a tecnologia, e as possibilidades que uma determinada sociedade tem de utilizá-lo.
           
      Outra característica de país subdesenvolvido é seu alto crescimento demográfico, devido a causas endógenas. Existe a crença de que altas taxas de crescimento da população impedem o desenvolvimento econômico. Isto, que pode ser verdadeiro em escala familiar a curto prazo, não o é em escala nacional, visto que uma grande população garante a mão de obra abundante e barata que, além de tudo, é consumidora. Se a população é majoritariamente dependente é em razão da falta de investimentos e não graças ao elevado índice de povoamento.
           
      Outra característica dos países subdesenvolvidos é a dependência econômica dos países desenvolvidos, em uma nova espécie de colonialismo, segundo o qual o investimento industrial e os canais de comercialização dos produtos estão nas mãos dos países ricos. O baixo índice de investimento implica em pouca industrialização, que depende do exterior, e que, em última análise, leva embora os benefícios do capital.
          
      De qualquer maneira, o que caracteriza um país subdesenvolvido são as seguintes situações: falta de alimentos, déficit social, elevado percentual de agricultores, recursos não explorados, analfabetismo, falta de classe média consumista, incompetência industrial, hipertrofia do setor terciário, PIB baixo, desemprego, trabalho infantil, subordinação econômica e desigualdade social.


      Vale lembrar que estas características dos países subdesenvolvidos são os efeitos que uma economia subdesenvolvida produz em uma população, não suas causas. É o fruto da desigualdade intrínseca que o sistema capitalista introduz, que tende a acumular capital em alguns países em detrimento de outros.


      A maioria dos países desenvolvidos são da África do Sul com 34 países subdesenvolvidos, como por exemplo a Angola, Madagascar, etc.


      Fonte


-www.infoescola.com

Países Desenvolvidos


             
      Quando nos referimos a países desenvolvidos falamos sobre países que conseguiram um alto índice de industrialização, e que desfrutam de um alto padrão de vida, possível graças à riqueza e à tecnologia, esta tem um papel fundamental no nível de desenvolvimento de determinado país.

             
      Os países desenvolvidos são diferentes dos subdesenvolvidos porque: seus   habitantes possuem uma melhor qualidade de vida; utilizam seus recursos de tal forma que sejam suficientes para atender às necessidades do país; a qualidade dos seus produtos manufaturados é elevada; têm ordem econômica; os serviços são bem distribuídos no país e entre as pessoas e, acima de tudo, a população trabalha de forma totalmente eficaz.

           
      O desenvolvimento é classificado como um processo de uma sucessão de mudanças que alteram o ritmo e a estrutura de um determinado sistema, tornando seus potenciais mais ágeis. Os países desenvolvidos têm um crescimento da renda per capita que vai acompanhado de transformações no funcionamento do sistema econômico e, ao mesmo tempo, são observadas mudanças sociais, políticas e culturais que modificam amplamente a estrutura social deste ou daquele país.

           
      Até pouco tempo, o desenvolvimento estava vinculado somente ao crescimento econômico em termos de aumento do PIB de um país, que, aliás, nos países desenvolvidos ultrapassa os 10.000 dólares/ano. Portanto supunha-se que todo o esforço deveria ser feito neste sentido. Verificou-se, porém, que a relação entre o aumento do PIB e a melhoria da qualidade de vida das pessoas não era verdadeiro em muitos casos. É preciso levar em conta a distribuição das riquezas.

         
      Existem outras formas de constatar se um país é ou não desenvolvido, são elas: maior bem-estar material; melhor nível educacional; maior igualdade de oportunidades; melhores níveis de alimentação; maior resistência às doenças; elevado nível de consumo por boa parte da população; maior desenvolvimento físico e mental e maior tempo para o ócio.

         
      Os países mais desenvolvidos são principalmente grande parte dos países europeus, Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia.




      Fonte


-http://www.infoescola.com/

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Biodiversidade

      O que é BIODIVERSIDADE?


     
      A biodiversidade cujo termo muito utilizado pelos biólogos desde 1986, biodiversidade pode ser definida como a variabilidade entre os seres vivos de todas as origens, a terrestre, a marinha e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos dos quais fazem parte.
      
      Isso incluía variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna, de fungos macroscópicos e desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, habitat e ecossistemas formados pelos organismos.
     
      Por exemplo, pense na maçã. Trata-se de uma fruta muito comum nas regiões de clima temperado. É bonita, deliciosa, suculenta, refrescante e cheia de nutrientes vitais. Sabia que, no mundo todo, há cerca de 7.500 variedades de maçã? Existem maçãs das mais variadas cores (vermelhas, douradas, amarelas, verdes) e tamanhos (algumas são pouco maiores que uma cereja; outras, pouco menores que um coco). Uma semente de maçã parece insignificante. Mas quando cresce se torna uma das árvores mais bonitas que existe. Na primavera, a macieira fica coberta por um lindíssimo manto de flores; no outono, produz os frutos. A produção média anual de uma macieira – que dá frutos por cerca de 75 anos – é suficiente para encher 20 caixotes de quase 20 quilos cada um!
      
      Por meio de um pequeno exemplo, conseguimos ver a grande diversidade que a natureza nos proporciona em todos os sentidos, porém não enxergamos de maneira clara o seu importante papel para a nossa vida, e é esse importante papel que veremos no próximo subtítulo.

      Qual é a sua importância e seus usos?


      A biodiversidade é fonte primária de recursos, fornecendo comida (Colheitas, animais domésticos, recursos florestais e peixes), fibras para roupas, madeira para construções, remédios e energia. Esta “diversidade de colheitas” é também chamada agrobiodiversidade.
      
      Os ecossistemas também nos fornecem “suportes de produção” (fertilidade do solo, polinizadores, decompositores de resíduos, etc.) e “serviços” como purificação do ar e da água, moderação do clima, controle de inundações, secas e outros desastres ambientais.
      
      Se os recursos naturais são de interesse econômico para o homem, a importância econômica da biodiversidade é também crescentemente percebida. Novos produtos são desenvolvidos graças às biotecnologias, também um campo de trabalho e lucro. É necessário estabelecer um manejo sustentável destes recursos.

      Qual é o seu valor econômico?


      
      O Biólogo Edward Osborne Wilson descreve que a biodiversidade é uma das maiores riquezas do planeta, e, entretanto, é a menos reconhecida com tal. De acordo com um conceito do gerenciamento de recursos biológicos seria necessário uma distribuição da riqueza da Biodiversidade. Estes valores podem ser divididos entre:

      # Valor intrínseco – Todas as espécies são importantes intrinsecamente, por uma questão de ética.
      # Valor funcional – Cada espécie tem um papel funcional no ecossistema. Por exemplo, predadores regulam a população das presas, plantas fotossintetizantes balanceiam o gás carbônico, etc.
      # Valor de uso direto – Muitas espécies são utilizadas diretamente pela sociedade humana, como alimentos ou matérias primas na produção de bens.
      # Valor de uso indireto - Outras espécies são indiretamente utilizadas pela sociedade. Como, a criação de abelhas em plantações que polinizam, resultando numa melhor produção.
      # Valor potencial – Muitas espécies podem futuramente ter uso direto, no caso de espécies de plantas que possuem princípios ativos que desenvolvem medicamentos.

      Uma publicação da Nature em 1997, Constanza e colaboradores estimaram o valor dos serviços prestados pela natureza. O trabalho envolveu vários serviços e chegou a uma média de US$ 33.000.000.000.000,00 (trinta e três trilhões de dólares) por ano.

      
      Fontes


-http://www.infoescola.com/geografia/biodiversidade/
-http://www.brasilescola.com/geografia/biodiversidade.htm

Biotecnologia

      O que é biotecnologia?


      A Biotecnologia pode ser definida como o uso de conhecimentos sobre os processos biológicos e sobre as propriedades dos seres vivos, com o fim de resolver problemas e criar produtos de utilidade.É uma tecnologia baseada na biologia, especialmente quando usada na agriculturaciência dos alimentos e medicina.


      Qual é a sua importância?


      A biotecnologia consiste em um conjunto de práticas relacionadas à interações biológicas que possam originar substâncias, formas de produção ou até mesmo novas espécies. No que diz respeito à criação de novas espécies, podemos citar a engenharia genética como o grande pilar dessa área da biotecnologia.

      A engenharia genética compreende um conjunto de técnicas que visam o aprimoramento ou estruturação genética de determinada espécie de vegetal ou animal conforme as necessidades científicas. Apesar de ser constantemente alvo de acusações polêmicas, a engenharia genética já apresentou inúmeras contribuições para a sociedade.

      Do ponto de vista mais prático a engenharia genética em plantas procura adequar o DNA do vegetal para diversas finalidades como, por exemplo, resistência a pragas e doenças, tolerância a solos pobres em nutrientes, aumento do valor nutritivo, tolerância a altas e baixas temperaturas, aumento de produtividade, fibras mais resistentes, produção de diversos fármacos entre outras aplicações, tudo isso a partir da recombinação do material genético do vegetal.

      Em animais a biotecnologia atua de maneira menos incisiva, em especial pelas diversas críticas sobre o sofrimento dos animais e os limites da ciência. Apesar dessas críticas alguns estudos obtiveram alguns resultados como animais com características genéticas humanas para testes de medicamentos, produção de proteínas, hormônios e até mesmo leite com propriedades medicinais. Os gados de corte atuais em sua maioria são resultados de recombinações genéticas que visam espécies mais produtivas.

      Apesar de diversas polêmicas em alguns aspectos a biotecnologia e a engenharia genética tornaram-se importantes ferramentas de pesquisa e desenvolvimento, que se utilizadas de forma consciente certamente ajudarão a sociedade em diversos aspectos.



      Qual é o valor de mercado?



      Dados mostram quão promissora é este mercado; veja abaixo os link:


-http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,AA1312957-5604,00.html


      Fontes


-http://www.brasilescola.com/biologia/biotecnologia.htm



-http://www.infoescola.com/biologia/biotecnologia/